A importância do planejamento estratégico nas Igrejas

Publicado em 18/09/19

Por mais que estejamos lidando com Igrejas e que elas não sejam nada parecidas com empresas comuns que visam a lucratividade como objetivo final, muitos princípios da gestão de negócios podem ser aplicados no meio eclesial para uma boa administração de recursos e pessoas.

Um dos princípios básicos no mundo dos negócios, que pode ser muito bem empregado no dia a dia das Igrejas é justamente o Planejamento Estratégico. 

Essa ferramenta visa auxiliar no diagnóstico das ações, nas visões e objetivos que se tem para o futuro e também no alinhamento e manutenção dessas estratégias durante todo o período de atuação da Igreja na comunidade. 

O mais legal disso tudo é que com um planejamento bem elaborado e executado, os próximos gestores da Igreja que vierem a assumir papéis administrativos, podem se guiar e dar continuidade aos projetos na comunidade sem que haja perdas ou grande impacto na mudança de gestão.

Vamos elencar abaixo e exemplificar os três passos básicos de um bom planejamento estratégico.

1- Diagnóstico:

Nessa etapa se faz o levantamento dos dados reais como histórico de atuação das gestões anteriores e todas as suas ações bem sucedidas. Assim como os objetivos gerais e específicos de cada área, grupo ou célula são traçados nesta parte do processo. Também é necessário realizar a definição da missão e da visão de futuro, que é onde se deseja chegar em determinado período de tempo.

2- Plano de ação:

Já o plano de ação trata de estabelecer metas e estratégias concretas, a partir do que foi levantado, para se alcançar os objetivos específicos.

Faça uma lista de cada objetivo traçado na etapa 1, para que na etapa 2 sejam descritas as estratégias que serão usadas para atingir essas metas. Uma boa dica é sempre estabelecer prazos com datas para que todos saibam quando devem finalizar seus trabalhos e se manterem comprometidos com os projetos.

            Algumas ideias de estratégias que você pode listar são:

  • Ferramentas de trabalho que serão utilizadas.
  • Contratação ou recrutamento de pessoas, voluntários e/ou empresas especializadas.
  • Ações na comunidade para engajamento.
  • Escolha e utilização de sistema de gestão total da Igreja.
  • Criação de site e utilização de aplicativo para facilitar a comunicação.
  • Criação de grupos e células. Quem serão seus líderes.
  • Oferta de cursos e eventos para desenvolvimento espiritual e convivência em comunidade.  

 

3- Avaliação e revisão:

Todo plano que será executado precisa ser monitorado constantemente. Muitas vezes um planejamento a longo prazo necessita ser revisto e ter sua rota mudada, justamente por acontecimentos ou mudanças no cenário que estão fora do nosso controle.

Elencar um responsável por cada projeto é uma boa estratégia para se ter um controle mais específico e eficiente de cada setor, pois ele será responsável por cobrar os envolvidos, motivar e manter todos alinhados.

Não deixe de consultar os membros da Igreja, saber se estão vendo e apreciando as mudanças, se estão motivados a participar das atividades oferecidas e se não estiverem, entenda os motivos. 

Lembre-se, uma boa gestão paroquial é feita por pessoas e para pessoas, todas alinhadas num objetivo maior que é a comunhão, a caridade e a propagação da palavra de Jesus à todas as pessoas.

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